sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Recado para os pais

Temos que levar para o JI da Carapinheira sementes e utensílios para fazer a nossa horta.

Identidade:nós do JI de Carapinheira


Nós todos
Meninos da sala 1: sala arco-íris disseram os meninos
Sala 2

terça-feira, 27 de setembro de 2011

O que fazer com as nozes?

Os meninos do grupo 3 também encontraram nozes quando foram à rua. Exploraram a sua dureza, a forma, o som que produziam quando abanavam, usaram-nas como instrumentos de percussão, como berlindes...
Depois, comeram-nas e fizeram barcos de casca de noz.

"Com casca de noz,
fiz um barquinho.
A folha era a vela,
o mastro um pauzinho."

O que encontrámos na rua!

descobertas do grupo 3 do JI de Meãs

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Bolinhos de côco

Dia de culinária- grupo 2 do JI de Carapinheira

domingo, 25 de setembro de 2011

O outono chegou!

JI de Meãs

Favo de mel



 A Íris da sala 1 trouxe-nos um favo de mel! Todos os amigos do JI das Meãs tiveram oportunidade de ver como é um favo, como se retira o mel das placas e o melhor foi provarmos. Uh! Que delícia! É doce, é bom... 



sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Vamos fazer pizzas e pães doces

Hoje enquanto comíamos uns bolinhos de côco maravilhosos feitos pela sala 2, aproveitámos para falar dos malefícios do açúcar e da necessidade de lavar os dentes. Não faz mal comer doces, mas faz mal comer doces todos os dias!
Assim  surgiu a oportunidade para projetar a atividade de culinária da próxima semana.
- Qual a vossa comida preferida?- perguntei
Alguns meninos responderam doces, outros massa com carne e outros (muitos) pizza.
-Vamos fazer pizza, está bem? - sugeri
Algumas meninas protestaram dizendo que não gostam de pizza. Propus que fizéssemos pizza e uns pães doces, com pouco açúcar, para contentar toda a gente.  Ficou combinado!

Grupo1- JI de Carapinheira

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Experiências novas

Grupo 2 do JI de Meãs

Aos pais dos meninos que chegaram de novo



Porque há, entre nós, uns pequeninos muito chorosos e famílias com o coração apertadinho, aqui fica um contributo. Espero sinceramente que ajude...

In Educare.pt
A entrada dos adultos na creche/jardim de infância

Adriana Campos | 14-09-2011


Para os pais cujos filhos estão prestes a entrar na escola, já paira alguma ansiedade no ar. Como é que eles irão reagir? Será que se vão adaptar facilmente? As lágrimas farão parte do processo ou a integração será feita sem grande choradeira?
Provavelmente as questões que os pais colocarão neste momento têm sobretudo como alvo os filhos. Como é que eles...? Com a chegada do novo ano letivo, parece-me urgente os pais comecem a colocar a questão do "nós". Como é que nós, pais, lidamos com a entrada dos nossos filhos no sistema de ensino? Colocar a questão desta forma não denota qualquer indício de egoísmo; bem pelo contrário. Não há dúvida de que o processo de adaptação à creche ou ao jardim de infância depende dos mais pequenos, mas depende também, e muito, da atitude dos mais graúdos.

Ilustrando o que atrás foi referido, imaginemos duas cenas diferentes, mas com as mesmas personagens. Numa delas, os pais, face às lágrimas dos filhos, ficam absolutamente rendidos. Abraçam-se a eles, prolongam o momento do adeus, questionam-se interiormente se será mesmo adequado deixá-los ali e não conseguem eles próprios deixar de chorar também. Imaginemos agora os mesmos pais e a mesma criança, mas com uma atitude diferente. Os pais interiormente já decidiram que aquela era mesmo a melhor opção para os filhos; estão convictos de que as lágrimas são quase inevitáveis e que, por isso, face a elas terão de adotar uma postura carinhosa, mas firme. Para além disto, têm consciência de que prolongar o adeus com abraços molhados só dificultará todo o processo. Sem grande reflexão e, certamente, quase de forma intuitiva, se depreenderá que as duas cenas descritas terão desfechos diferentes.

A ansiedade e a angústia são sentimentos que, se não forem bem geridos pelos pais, serão de imediato captados pelas crianças, gerando nelas um grande receio. O que pensará uma criança de 2/3 anos, ainda que não muito conscientemente, quando a mãe a leva à escola pela primeira vez e, passado pouco tempo, face à sua recusa em ficar naquele novo contexto, começa a chorar quase tanto como ela? "Se a minha mãe chora, é porque algo não muito bom estará certamente para acontecer. Logo, se eu chorar muito e me agarrar a ela, pode ser que me leve embora e não tenha de ficar neste local desconhecido." Assim se instala um ciclo vicioso, em que as angústias e lágrimas dos pais dificultarão o processo de adaptação dos filhos!

Um outro aspeto que é importante referir e que não facilita todo este processo é a chamada despedida às escondidas, que, basicamente, consiste na fuga dos pais, num momento de distração da criança. Esta é uma estratégia que pode ajudar os pais a não sofrerem tanto a pressão do protesto da criança, na medida em que podem virar costas. No entanto, para os filhos, a fuga pode gerar sentimentos de perda e abandono. Os pais devem clarificar muito bem que irão embora, mas voltarão para os buscar, ao fim de algum tempo.

É importante que os pais estejam conscientes de que a entrada na creche ou no jardim de infância é algo que promove o desenvolvimento das crianças em diferentes áreas, nomeadamente socialização, autonomia e linguagem. Além disso, passado o período inicial de tempestade inerente ao processo de adaptação, vem a bonança! Regra geral, o processo de adaptação poderá demorar cerca de um mês. Se ao fim deste período, a criança continuar a manifestar sinais de desadaptação, será conveniente, em primeiro lugar, reunir com a educadora, no sentido de conhecer a sua perceção relativamente a esta situação. A avaliação por um especialista em psicologia é outra hipótese a considerar se, entretanto, a situação não se tiver alterado.

Face ao exposto, falta ainda responder a uma questão relevante. O que poderá ajudar os pais a enfrentar com menos angústia a entrada dos filhos na escola? A confiança na instituição. Esta confiança só poderá existir conhecendo não só as instalações mas também os educadores. A APSI (Associação para a Promoção da Segurança Infantil) dá algumas pistas para a escolha da ama, creche, jardim de infância ou escola, que os poderão ajudar a sentirem-se mais tranquilos (www.apsi.org.pt).

Resta apenas lembrar que as lágrimas normalmente fazem parte desta etapa de transição. Acresce que, embora fiquemos com o coração apertado, não nos podemos esquecer de que o sofrimento, por muito que o queiramos banir é algo inerente ao processo de crescimento.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Hoje foi o primeiro dia

Ontem foi só o despertar para um mundo novo, para os meninos que chegaram pela primeira vez. Para os outros foi um retomar de relações, de brincadeiras, de atividades.
Hoje foi verdadeiramente o "Primeiro Dia" para os "novos". Dia de perceber que quando a fome chega a mãe ou a avó não estão, dia de perceber que precisamos de fazer alguma coisa para que os outros brinquem connosco, dia de tentar ler na cara dos adultos estranhos e que não se cansam de sorrir, o que devemos fazer...

O "Primeiro dia", ou os primeiros dias, não são fáceis. Mas podem ser também dias de descoberta e continuidade.
Saudades da praia

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Problemas de visualização do blogue

Alguns utilizadores queixam-se que o blogue está com problemas de visualização. No meu computador não há qualquer problema, o que me deixa sem perceber o que se está a passar. Quem estiver com problemas  deixe uma mensagem ou escreva para jicarapinheira@gmail.com, para eu tentar perceber o que se passa.

Obrigada

Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas

"Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo.
Pássaros engaiolados são pássaros sob controle.
Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser.
Pássaros engaiolados sempre têm um dono.
Deixaram de ser pássaros.
Porque a essência dos pássaros é o voo.

Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados.
O que elas amam são pássaros em voo.
Existem para dar aos pássaros coragem para voar.
Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros.
O voo não pode ser ensinado.
Só pode ser encorajado."

Rubem Alves

(Já toda a gente publicou, mas eu também não resisti. Precisamos de dar aos nossos passarinhos coragem para voar)

Calendário escolar dos Jardins de Infância do Agrupamento

Horário do JI de Meãs do Campo

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Endereço do Jardim de Infância de Carapinheira

Papás, meninos e amigos, temos um mail

jicarapinheira@gmail.com

Escrevam-nos, muito!!!!!

Início do ano letivo

Encarregados de Educação,

Os Jardins de Infância do Agrupamento de Escolas José dos Santos Bessa de Carapinheira iniciarão o ano letivo dia 14 de setembro. Durante o período da manhã cada educadora esperará as crianças do seu grupo para brincar! Aconselham-se as famílias a acompanhar as crianças que se encontram a frequentar o JI pela primeira vez. No período da tarde, a CAF (almoço e animação) funcionará para todas as crianças inscritas.

Dia 15 de setembro os Jardins de Infância já funcionarão conforme o horário estabelecido.

Horário do JI de Carapinheira



segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Nós por cá

Nós por cá este ano somos menos (5 no total). A nossa companheira de viagem, Sandra Munhoz, foi colocada noutro agrupamento, porque eu voltei a ser titular de grupo. Já temos saudades dela nesta fase de imaginar a viagem comum que se aproxima e se traduz no PAA. Foram dois anos de partilhas e aprendizagens em conjunto e isso é irreversível.
Este continuará a ser um espaço de partilha do desenvolvimento e da continuidade de um projeto pedagógico que também é da Sandra. O fundo do blogue tem os dinossauros que ela fez o ano passado com os meninos. Ficamos à espera das suas partilhas vindas de uma outra realidade. Boa "viagem" Sandra!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Estamos de volta

Ainda não é desta que encerramos este espaço. Porque  é ano novo, mudámos o visual.

BOM ANO PARA TODOS!