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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O Martim fez 5 anos

O Martim é o mais novo do grupo dos grandes, no grupo Palhaço, e fez ontem 5 anos. Passou hoje parte do tempo na sala Branca de Neve, porque os meninos estiveram a fazer-lhe uma prenda. Todos participaram, menos as meninas do grupo dos pequenos, porque não tinham muito a dizer.
Foi um desenho feito a muitas mãos e depois uma pintura feita a muitas mãos também. Os meninos, na mensagem que ditaram, principalmente os rapazes, mostraram que gostam muito do Martim.
Parabéns Martim!

sábado, 10 de novembro de 2012

S. Martinho: para crianças e também para adultos

Como é já habitual festejámos o S. Martinho no JI de Carapinheira, em conjunto com a escola do 1º CEB. Uma oportunidade para crianças e adultos viverem tradições, mas também a primeira oportunidade do ano letivo para os meninos do jardim de infância reencontrarem os colegas de anos anteriores que agora estão na escola.



Depois, voltámos ao jardim de infância e fizemos outras coisas relacionadas com o S. Martinho. Partilhamos um filme da dramatização realizada pelo grupo "Palhaço".  A gravação possível de quem conta história, orienta a ação e filma ao mesmo tempo.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Castanhas e matemática


Pelo grupo 1 do JI de Meãs

"No  bolso  guardei meia dúzia de castanhas"
Aproveitando a canção entrámos na brincadeira e decidimos fazer atividades de matemática.
-Tenho castanhas no bolso, vamos contar? 1,2,3,4,5,6
- Meia dúzia! - disseram as crianças mais velhas
- Então agora vamos partilhar, dividir estas castanhas por alguns adultos ou meninos da sala de forma a ficarem com o mesmo número de castanhas.
Começámos por dividir por dois adultos… Com quantas castanhas fica cada um? Depois dividimos por três meninos...Estes  meninos ficaram com mais ou menos castanhas, em relação aos outros que eram só dois? A seguir por  quatro… aqui o Afonso disse:
-Ficaram duas de fora, as castanhas não dão para todos, são precisos mais dois meninos para  ficarem todos iguais. Os seis meninos também são meia dúzia!







sexta-feira, 26 de outubro de 2012

O problema dos rebuçados


Hoje o Rodrigo chegou ao JI com um saco de rebuçados e disse:
-É uma prenda para os meninos, para as duas salas. A minha mãe disse que era para dar 2 a cada menino.
O saco estava fechado, não sabíamos quantos rebuçados tinha. A mãe do Rodrigo estimou que daria pelo menos 2 rebuçados a cada menino. Estava criada uma oportunidade de resolução de problemas.
-Como vamos dividir estes rebuçados pelas duas salas? - perguntei.
As respostas surgiam em torno da solução dos 2 rebuçados a cada menino. Depois de alguma insistência, alguém sugeriu:
-Contamos os rebuçados para saber quantos são.
Contámos, 111 rebuçados.
-E agora, continuamos sem saber como dividir?!
-Partes o monte com a mão, partes com uma faca - disseram. 
-Mas assim continuo sem saber se tenho o mesmo número de um lado e de outro! 
A conversa estava a ficar longa, os pequenos estavam cansados, mas não faziam qualquer ruído. Percebiam que o silêncio era importante para que os mais velhos chegassem a uma solução. Quanto mais depressa chegassem à solução, mais depressa comeriam os rebuçados.
-Já sei, pões para um lado e para o outro - disse a AM.
E  lá estivemos a vê-la fazer 2 montes, para depois contar no fim e verificar se tinham o mesmo número de rebuçados. Não tinham, por isso ficou um para mim.
Depois veio a distribuição. Ufa, finalmente!

domingo, 14 de outubro de 2012

Nuvem de hamburgueres saborosa

Tudo começou num início de tarde particularmente agitado, no grupo Palhaço do JI de Carapinheira. A atividade prevista, que exigia pouco movimento por parte das crianças, não se adequava às necessidades momentâneas. Abri as gavetas e vi um monte de jornais. Ocorreu-me o rasgar papel como forma de descarga de energias. Rasgámos uma montanha de jornais.
-E agora o que fazemos com este papel todo?
Ninguém tinha ideias. No momento ocorreu-me "papier maché" e lá fomos nós buscar uma bacia e amassar o papel com água. Depois, passámos a varinha mágica e juntámos cola.
No dia seguinte, com o "papier maché" as crianças fizeram bolinhas e surgiu a ideia de fazer uma espécie de medalha, em seguida alguém disse que deviamos fazer algo para colocar na parede. E pouco a pouco, com os contibutos que iam surgindo nasceu "a nuvem de hamburgueres saborosa", que se encontra exposta na biblioteca da sala, com os nomes de todos os meninos.
A este processo há quem chame "criatividade expressiva".





quinta-feira, 11 de outubro de 2012

A propósito do 5 de outubro

Uma dramatização improvisada da história " A árvore das patacas" no grupo Palhaço do JI de Carapinheira.

Depois, veio a propósito a eleição do nosso presidente, quer dizer, o nosso representante. Este ano é o Rodrigo!

domingo, 7 de outubro de 2012

A crise

Num momento de conversa da semana passada (grupo Palhaço do JI de Carapinheira) veio à baila a palavra crise. Afinal, o que é a crise?
- É uma questão que nós temos de poupar dinheiro - AM
-Temos de comprar coisas baratas - R
-É melhor não comprar coisas caras -A
-Só se pode comprar brinquedos baratos - D
-E não comprar muitas coisas - R
-O meu pai está em crise, porque deve ter comprado muitas coisas e agora não tem dinheiro - A
-Os meus pais não estão em crise - M
-Os meus também não - D e AM
-O meu pai está em crise porque deixou de tranbalhar - MS
-O meu pai comprou muitas compras e ficou sem dinheiro - CS
-O meu pai não tem crise porque está sempre a trabalhar, a minha mãe é que tem crise porque não tem emprego - R
-O meu pai precisa de dinheiro para pintar o carro e o apartamento - C
-O meu pai tem pouco dinheiro -S
-Os pais têm de ir comprar coisas baratas - MV

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

O grilo do Rodrigo

Todos observámos,  o Rodrigo também e de repente disse: "Olha tem 6 patas!"
Grupo Palhaço (grupo 1 do JI de Carapinheira)

sábado, 19 de maio de 2012

Ícaro, a mitologia grega reinventada

Tudo começou a propósito do dia da Ascensão e da largada de passarinhos em que participámos. Alguns meninos disseram que também gostariam de voar como os pássaros. Contei a história da mitologia grega de Dédalo e Ícaro. Depois desafiei as crianças a criar uma nova história a partir dessa... e assim surgiu esta história, coletiva, construída frase a frase, em que cada criança tinha que pegar na frase (ideia) da que tinha falado antes.
Ainda iremos dar mais notícias sobre isto, de certeza.


Ícaro
Era uma vez um menino chamado Ícaro que estava em casa.
Foi lá fora, olhou para o céu e pensou que queria voar.
Quando pensou isso teve uma ideia sobre voar. Pensou bem, subiu ao telhado e apanhou as penas caídas.
Foi buscar cera das velas que estavam em casa dele em cima do móvel. Acendeu as velas para a vela derreter a cera e para poder fazer as asas. Pôs cera nas mangas e colou as penas.
Decidiu ligar à mãe a dizer que se tinha transformado em passarinho. A mãe ficou contente  e voltou para casa.
O Ícaro pôs-se a correr e apanhou balanço e voou, subiu até às nuvens, passou pelo frio,  continuou a subir em direção ao Sol.
Entretanto começou a sentir calor, a cera começou a fundir e as penas começaram a cair e ele também caiu.
O Ícaro morreu, porque era uma altura muito grande, não sobreviveu.
A mãe chorou e ficou muito triste.


Grupo Arco-Íris do JI de Carapinheira

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Ovos

O grupo 1 do JI de Meãs fez algumas experiências com os ovos que um menino da sala levou. 

partir um ovo cru
tirar a casca a um ovo cozido
fazer uma gemada
ovo+vinagre para tirar a casca sem tocar no ovo

quinta-feira, 3 de maio de 2012

As mães não são perfeitas

Partindo de uma apresentação proposta por umas colegas que conheço deste mundo dos blogues, explorámos em grupo (no grupo Arco-Íris)  ideias a propósito do que gostamos menos na mãe, ou gostaríamos que mudasse. Porque afinal a nossa mãe é a melhor do mundo, mas felizmente não é perfeita, seria uma grande chatice... se calhar esquecia-se de nos dar sopa!

- Gostava que tivesse os olhos azuis, que ela me desse sempre beijinhos com baton e que me comprasse muita roupa e brinquedos - E.
- Não quero mudar nada na minha mãe - G.
-Gostava que a minha mãe tivesse olhos castanhos claros e que desse muitos beijinhos - M.
-Gostava que a minha mãe tivesse olhos azuis, usasse brincos, que tivesse os cabelos loiros e eu também - M.
- Gostava que a minha mãe tivesse os olhos castanhos - S.
A minha mãe dá-me beijinhos - D.
Eu gostava que a minha mãe tivesse uma mala nova, porque a dela está velha, e queria que ela me desse muitas coisas - J.
- Gostava que a minha mãe me desse muitos brinquedos - D.
- Gosto da minha mãe assim - C.
- Gostava que a minha mãe tivesse o cabelo liso e curto - R.
- Queria que a minha mãe tivesse os olhos azuis - M.
- Gostava que a minha mãe brincasse mais - M.
- Gostava que a minha mãe pusesse baton - D.
- Gostava que a minha mãe brincasse comigo - F.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

25 de abril: o valor da liberdade

"Foi há muitos anos..." Não podia deixar de ser, a conversa sobre o 25 de abril, a história, no JI de Carapinheira. Depois, seguiram-se caminhos diferentes nos dois grupos.
No grupo Arco-Íris explorou-se a projeção de um livro sobre o valor da liberdade, uma obra pensada pelo seu autor para explorar conceitos e valores. No grupo Sol, cada criança expressou o que pensava a propósito.

Grupo Arco-Íris
Podemos fazer tudo o que queremos?
-Não, porque tem de se ouvir as mães- Estela
-Não, porque somos obrigados a fazer outras coisas - Mafalda
-Temos de ouvir os mais velhos - Estela
-Não se pode tratar mal os animais - João
-Não se faz có-có no chão porque é feio - Estela
-E polui a terra - Afonso
-Fica a cheirar mal- João
-O planeta  fica cheio de lixo e rebenta - João


Somos obrigados a fazer aquilo que os outros querem?
-Não, mas não podemos fazer barulho quando os outros estão a trabalhar - Afonso
-Porque as pessoas se estiverem a trabalhar com muito barulho, enganam-se - João
-Os pequenos é que têm de fazer o que os adultos mandam - Diogo
-Só tenho de fazer, quando os adultos mandam - Mariana
-Acho que não, quando temos 5 anos já não é preciso lições dos pais - Rodrigo


Para ser livre é preciso ser adulto?
- Não, dizemos aos adultos "deixem-me em paz" - Estela
- Sim, porque só os adultos podem ir onde querem, podem conduzir um carro - João
- Na escola podemos ser livres lá fora se não formos para a estrada. Na sala sou livre às vezes, outras não sou quando os adultos mandam - Diogo
- Se queremos dar uma flor não é preciso ser muito alto. As crianças também são livres para dar flores- Gustavo.
- Eu sou livre lá fora, aqui dentro, em casa e em todo o lado- Afonso
-Não, porque eu lá fora e aqui dentro sou livre. Ser livre é estar, sem umas pessoas chatearem as outras- A. Mafalda
-Ser livre é estar sozinho - Mafalda
-Não, porque eu brinco muito - Carolina


Temos todos o direito de ser livres?
-Sim, porque nós gostamos - Rodrigo
-O meu pai não é livre, porque está chateado com o meu irmão - João
-Os ladrões, os ciganos e os negros não têm o direito de ser livres, porque roubam- Diogo
-Não é nada, na escola do meu pai e da minha mãe há negros e aqui também - A. Mafalda


Para que serve a liberdade?
-Para estar com os amigos - A. Mafalda
-Serve para fazer felizes - Afonso
-Serve para brincar - Mafalda
-Serve para pensar e ficar quieta - Estela
- Para brincar - Mariana S.


Grupo Sol



quinta-feira, 12 de abril de 2012

O mundo dos dinossauros

O Rafael da sala 2 do JI de Meãs foi visitar a exposição "O Mundo dos Dinossauros". Quando chegou ao JI contou o que viu. E assim surgiu a representação em 3D do habitat dos dinossauros. 





quarta-feira, 11 de abril de 2012

Chegaram os bichos da seda

Chegaram os bichos da seda ao JI de Meãs. Mais ciências!


quarta-feira, 28 de março de 2012

Páscoa

Celebração importantante do calendário religioso para os cristãos, ou celebração do renascimento da natureza (primavera) desde tempos longínquos para outros, a Páscoa também é oportunidade para assinalar a passagem do tempo que deve ser vivido em pleno quando se é pequeno. Galinhas de caixas de ovos, dança com os fatos da área dos disfarces, caça aos ovos que a coelhinha deixou no campo perto do JI... Enfim, um dia em cheio, este último dia letivo do 2º período.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Porque é que existe o dia internacional da mulher?

Hoje a conversa a propósito do Dia Internacional da Mulher começou, no grupo Arco-Íris, com uma pergunta minha:
- Porque é que será que existe um Dia Internacional da Mulher e não existe um Dia Internacional do Homem?
- Porque as mulheres são mais sensíveis - E
- Porque as mulheres gostam dos homens e porque as mulheres são mais vaidosas- J
-Porque as mulheres têm um fato de dançar e os homens não - G
- Porque as mulheres têm sapatilhas mais bonitas - A. M.
-Porque elas vestem vestidos e os homens não- M
- Porque as mulheres têm brincos e os homens não - M
....
Pois é, longe de uma explicação realista, as crianças percebiam a importância da comemoração do dia como uma forma de destacar alguns aspetos que distinguem as mulheres dos homens (identidade de género).
Depois veio a explicação e o espanto perante a falta de igualdade entre homens e mulheres em tempos passados e também presentes.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Culinária e Geometria


Na planificação do dia de culinária, as crianças do grupo 2 do JI de Meãs manifestaram vontade em aprender a fazer folhadinhos de salsicha!!
dividir

um quadrado, 2 triângulos

enrolar
folhadinhos de salsicha, muitos!

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Um dia a construir tendas

No campo de futebol encontrámos algumas canas, começámos por ver os tamanhos e juntar comprimentos iguais, depois juntámos 3 a 3 e com uns atilhos experimentámos fazer tendas. Fizemos uma alta, uma média e uma baixa em cooperação e em grupos organizados de forma perfeitamente autónoma.Levámos para o jardim e colocámos na areia.
O trabalho não está completo pois ainda falta o pano "para lá podermos dormir".
Mas o que mais gostei foi de ouvir dizer na avaliação do final do dia:
"Paula, hoje não gostei nada do dia! Adorei!!!"


Educadora Paula (grupo 2 do JI de Meãs)

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Uma história inventada: "Burros Apaixonados"

Andamos às voltas com esta história inventada no JI da Carapinheira. Uma história que nasceu da imaginação das crianças dos 2 grupos e que agora está em fase de ilustração. Se alguém nos quiser enviar ilustrações para esta história, seria engraçado! Assim ficávamos com diferentes versões e esta comunicação virtual ganhava outro significado.

Burros Apaixonados

O burro Filipe encontrou uma burra chamada Joia e apaixonou-se
-Olá burra cinzenta! – disse o Filipe
- Olá eu chamo-me Joia e tu como te chamas?
- Eu sou o Filipe.
Foram dar um passeio para Espanha. Demoraram 10 dias a chegar lá. Pelo caminho foram comendo palha que levavam às costas.
Chegaram a uma terra chamada Barcelona. Era uma terra com muitas casas e muitos carros, passava lá um rio e eles foram tomar banho. Como ficava perto da praia foram passar o dia à praia.
Escavaram a areia com as patas e fizeram um buraco. Enterraram-se e a sair  do buraco viraram-se de patas para o ar. Tiveram que rolar para se levantar.
Foram tomar banho ao mar porque estavam cheios de calor e areia. Ficaram com o pelo cheio de sal e aquilo fazia um bocadinho de comichão.
Então decidiram ir à procura de uma casa com banheira. Viram uma casa cor-de-rosa com flores no jardim e gostaram muito dela. Bateram à porta com as patas e saiu de lá a dona, uma senhora nova, loira e com cabelo comprido como a Rapunzel.
         -Que casa tão bonita, a senhora é a dona? – perguntou a Joia.
-            - Sim, sou - respondeu a senhora.
-            - A senhora quer vender a casa? – perguntou o Filipe
-           - Sim, estava à espera de a vender – respondeu a senhora.
O    Filipe e a Joia compraram a casa. Entraram e foram à procura da casa de banho. Encontraram uma casa de banho grande com banheira.
-        - Agora vou eu tomar banho – disse a Joia.
A Joia atirou-se ao ar com as patas da frente  e entrou na banheira. Mas ela não sabia abrir o chuveiro, então chamou o Filipe que estava na sala e ele começou a bater com a pata no chuveiro. De repente veio uma grande chuveirada que molhou tudo.
Saíram da casa de banho e descobriram que não tinham toalhas, então foram até  à rua sacudir-se.
Em seguida foram dormir, mas tiveram um problema, não conseguiam deitar-se na cama. Então decidiram dormir no chão.
De manhã quando acordaram tomaram o pequeno almoço: um fardo de palha, um balde de água e ainda foram ao jardim pastar um bocadinho.
Depois decidiram voltar de avião para Portugal, porque já estavam cansados. Era um avião grande, próprio para animais. Transportava pássaros, gatos, cães, cavalos, éguas, ursos, ratos, ovelhas, galinhas, cobras, crocodilos e sapos.
Chegados a Portugal, foram à procura de uma casa grande para morar, mas arranjaram um quarto sem cama, quer dizer, um curral.
Viveram felizes para sempre e tiveram 3 filhos.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Salão de Penteados

Depois da visita a casa da Carlota, ao salão da mãe que é cabeleireira, quisemos (grupo 2 do JI de Meãs) fazer um salão de cabeleireiro na sala. Durante a visita ouvimos as explicações da mãe da Carlota e fizemos muitas perguntas sobre o funcionamento do salão, para que servem os vários aparelhos, o balcão, etc.
Quando chegámos à sala, em grande grupo dissemos o que sabíamos sobre cabeleireiros 
  - Servem para pentear as pessoas;
  - Para pintar o cabelo;
  - Para lavar o cabelo ;
  - Para secar o cabelo;
  - Para esticar o cabelo;
  - Para fazer madeixas;
  - Para encaracolar o cabelo;
  - Para cortar o cabelo.
Também aproveitámos para pensar em palavras terminadas em "ar" (consciência fnológica)  
Para montar a nova área tivemos rapidamente que decidir qual o espaço da sala onde iríamos colocar o cabeleireiro e foi preciso fazer opções: mudámos a área da pintura e diminuímos um bocadinho a área das construções. 
Depois decidimos o que era necessário para montarmos o nosso cabeleireiro: 
 - Um balcão
  - Dinheiro
  - Cadeiras
  - Um lavatório para lavar o cabelo
  - Secador de pé
  - Secador de mão
  - Pentes
  - Escovas
  - Molas, ganchos, rolos
  - Champô
  - Gel
  - Bata de cabeleireira
  - Toalha
  - Revistas
  - Telefone e telemóvel
-  Agenda para marcações 
Entretanto a mãe da Carlota mandou-nos um saco enorme, cheio de coisas de cabeleireiro! Obrigada!!!
Também já trouxemos de casa secadores, embalagens vazias, telemóveis…
Construímos o secador de pé, o lavatório com chuveiro e torneiras de água quente e fria. Por votação escolhemos o nome do nosso cabeleireiro: Salão Penteados. Quanto à distribuição de papeis decidimos que há uma cabeleireira, uma ajudante e duas clientes de cada vez e na sala de espera podem estar os meninos que quiserem.
Odinheiro também já entrou no jogo. Decidirmos o preço dos “serviços” a realizar no nosso salão, fizemos o preçário e as moedas já estão prontas a ser utilizadas!
Quando quiserem podem fazer-nos uma visita e usufruir dos nossos serviços!!!
A Paula já utilizou e saiu muito satisfeita.