Foi assim que os meninos no jardim de infância de Carapinheira, com a ajuda da educadora Teresa, pensaram uma cegonha branca feita de pilhas.
quinta-feira, 30 de maio de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
Dia Internacional do Brincar
Desde a minha dissertação de mestrado, em 1999, que não entrevistava crianças a propósito do brincar. É sempre um prazer. É fantástico o que elas sabem sobre esse assunto.
Brincar é...
giro - Sofia
divertido - Ana Mafalda
gosto de brincar - Martim
é o que nós precisamos - Martim
dá imaginação - Mariana
ajuda os mais pequenos a aprender - Rodrigo
dá energia - Carolina Santos
ajuda a aprender a partilhar - Ana Mafalda
Gosto de brincar, porque...
é bom - Mariana
é fixe - Carolina Santos
ajuda-nos a exercitar as mãos - Rodrigo
gosto de fazer armas - Daniel
gosto de máscaras - Tiago
gosto de ir para a casinha - David
gosto de ir para o computador - Bryan
gosto de ir para a pintura - Simão
gosto de ir para os jogos - Tiago
gosto de ir para os livros - Daniel
gosto de ir para os desenhos - Simão
Quando brinco...
consigo fazer tudo -Mariana
fico contente - Ana Mafalda
consigo construir tudo a tentar - Martim
aprendo coisas novas - Mafalda
aprendo a ajudar os mais pequenos -Rodrigo
aprendo a ler e os números - Martim
aprendo a escrever - Daniel
aprendo a ir para a casinha - David
aprendo a portar-me bem - Simão
aprendo a fazer desenhos - Carolina
Brincar é...
giro - Sofia
divertido - Ana Mafalda
gosto de brincar - Martim
é o que nós precisamos - Martim
dá imaginação - Mariana
ajuda os mais pequenos a aprender - Rodrigo
dá energia - Carolina Santos
ajuda a aprender a partilhar - Ana Mafalda
Gosto de brincar, porque...
é bom - Mariana
é fixe - Carolina Santos
ajuda-nos a exercitar as mãos - Rodrigo
gosto de fazer armas - Daniel
gosto de máscaras - Tiago
gosto de ir para a casinha - David
gosto de ir para o computador - Bryan
gosto de ir para a pintura - Simão
gosto de ir para os jogos - Tiago
gosto de ir para os livros - Daniel
gosto de ir para os desenhos - Simão
Quando brinco...
consigo fazer tudo -Mariana
fico contente - Ana Mafalda
consigo construir tudo a tentar - Martim
aprendo coisas novas - Mafalda
aprendo a ajudar os mais pequenos -Rodrigo
aprendo a ler e os números - Martim
aprendo a escrever - Daniel
aprendo a ir para a casinha - David
aprendo a portar-me bem - Simão
aprendo a fazer desenhos - Carolina
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Papel velho, papel novo
Quando falámos das árvores, no JI de Carapinheira, percebemos que são importantes para muitas coisas, nomeadamente para transformar naquele papel onde gostamos de fazer desenhos e pinturas. Para não "matar" muitas árvores precisamos de poupar papel, não usar muitas folhas ao mesmo tempo, por exemplo.
Outra coisa que já sabemos fazer é separar o papel no papelão para reciclar, quer dizer, para fazer papel novo de papel velho.
O grupo Branca de Neve experimentou mesmo reciclar papel.
Outra coisa que já sabemos fazer é separar o papel no papelão para reciclar, quer dizer, para fazer papel novo de papel velho.
O grupo Branca de Neve experimentou mesmo reciclar papel.
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quarta-feira, 22 de maio de 2013
De onde vem o sal que pomos na comida?
A pergunta surgiu a partir de uma situação de culinária no grupo Palhaço.
Muitos meninos achavam que o sal vem das fábricas, mas alguns sabiam que vem do mar. Mas como? Ninguém sabia...
Então a Ofélia pediu ao Martim que vive à beira-mar para trazer um garrafão de água do mar. Ele trouxe.
Provámos a água, para saber se era mesmo do mar, mas muitos meninos achavam que era "doce". Fomos buscar açúcar e misturámos com água para poder comparar.
Muitos meninos achavam que o sal vem das fábricas, mas alguns sabiam que vem do mar. Mas como? Ninguém sabia...
Então a Ofélia pediu ao Martim que vive à beira-mar para trazer um garrafão de água do mar. Ele trouxe.
Provámos a água, para saber se era mesmo do mar, mas muitos meninos achavam que era "doce". Fomos buscar açúcar e misturámos com água para poder comparar.
Depois observámos, a olho nu e com lupa para descobrir o sal, mas não o encontrámos!
Alguns meninos acharam que com uma rede conseguiríamos separar o sal, porque "ele está misturado com água".
Mas não!
Depois os meninos acharam que o problema estava na rede, porque era "muito larga". Fomos buscar um pano que tem buraquinhos muito pequeninos e fizemos um filtro.
Nada! "Não se vê porque é branco", disseram alguns meninos. Fomos buscar um pano preto.
Ainda não foi desta. Depois a Mafalda disse que sabia a resposta, porque a mãe lhe tinha explicado. "A água evapora e deixa ficar o sal". Pronto, então vamos deixar a água num sítio quentinho para ver o que acontece.
E cá está ela na mesa da ciência.
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terça-feira, 21 de maio de 2013
Afinal as batatas crescem debaixo da terra!
Arrancámos as batatas na horta do JI de Carapinheira e descobrimos que crescem debaixo da terra! Muitos meninos pensavam que cresciam em cima da terra, a partir de flores. Pois é, agora sabemos que as batatas são uma espécie de raízes. E sabem o que fizemos com as batatas? Sopa de alface! Ficou verde como a sopa da história e os meninos gostaram.
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Joaninhas
Para começar, o painel das joaninhas que os meninos do grupo Palhaço fizeram com tanto empenho. Um produto resultante de um projeto sobre joaninhas (as outras fotografias perderam-se). Entre muitas outras coisas, descobrimos que são insetos, que existem várias espécies, sendo as mais comuns as que representámos no painel. Também observámos na lupa eletrónica que as patas têm pelos e que os seus olhos parecem muitos.
Sabiam que as joaninhas são muito importantes para os agricultores? Comem pulgões que atacam as plantas.
Este painel também nos ajuda a contar...
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projectos
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Finalmente!
Fomos alvo de um "ataque informático", como devem ter dado conta. Só hoje ficou resolvido. Já podemos publicar de novo.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
25 de abril
Na quarta-feira passada, dia 24 de abril, falou-se do feriado de 25 de abril no JI de Carapinheira.
Na sala Branca de Neve os meninos falaram de liberdade:
- É falar, é voar! é andar na rua! - R
- Éuma gaivota a nascer! é poder falar! - C
- É jogar nos jogos; é uma papoila a crescer! - M.R.
- É sair de casa, ir à praia. É não lutar! - F
- É ir às festas e andar de bicicleta - R
- É poder ir às feiras. É ver o canal Panda - G
- É brincar com os brinquedos em casa - M. S.
-É crescer! É brincar! - A
-é ser forte! - M.
- É andar a pé! - F
Na sala Palhaço, a Ofélia usou a metáfora de uma história de uma série televisiva antiga (Rua Sésamo), para apoiar a construção das ideias de ditadura e democracia. Como os meninos ainda não fazem ditados e composições escritos experimentaram o desenho ditado e o desenho livre, para concretizar as imagens da história.
Cravo Grande - Que ideia! Não é especial por eu ter nascido. É porque foi o dia em que nasceu a Democracia.
Cravo Pequeno - A quê?
Cravo Grande - Democracia, sabes o que é? E Ditadura?
Cravo Pequeno - Também não. Só sei o que é ditado.
Cravo Grande - Muito bem. Explica-me lá o que é ditado.
Cravo Pequeno - Uma pessoa dita e tu tens de escrever o que ele dita. Se não for igualzinho tens má nota.
Cravo Grande - E se quiseres dar a tua opinião?
Cravo Pequeno - Isso é uma composição! Posso escrever o que quero.
Cravo Grande - E isso mesmo. A ditadura é como o ditado, tens de fazer o que te dizem sem reclamar, senão podes ser preso. A Democracia é como uma composição, podes dar a tua opinião, podes escolher o que quiseres.
Cravo Pequeno - E o que é que isso tem a ver com o 25 de Abril?
Cravo Grande - É que em Portugal, antes de 25 de Abril de 1974, que foi o dia em que eu nasci, havia uma Ditadura e, em tal dia, uns militares que não queriam aquela ditadura fizeram a revolução e então nasceu a Democracia.
Cravo Pequeno - É por isso que te chamam 25?
Cravo Grande - Sim, é por esse motivo.
Cravo Pequeno - Eu acho é que deviam ter-te chamado composição.»
Na sala Branca de Neve os meninos falaram de liberdade:
- É falar, é voar! é andar na rua! - R
- Éuma gaivota a nascer! é poder falar! - C
- É jogar nos jogos; é uma papoila a crescer! - M.R.
- É sair de casa, ir à praia. É não lutar! - F
- É ir às festas e andar de bicicleta - R
- É poder ir às feiras. É ver o canal Panda - G
- É brincar com os brinquedos em casa - M. S.
-É crescer! É brincar! - A
-é ser forte! - M.
- É andar a pé! - F
Na sala Palhaço, a Ofélia usou a metáfora de uma história de uma série televisiva antiga (Rua Sésamo), para apoiar a construção das ideias de ditadura e democracia. Como os meninos ainda não fazem ditados e composições escritos experimentaram o desenho ditado e o desenho livre, para concretizar as imagens da história.
Cravo Grande e Cravo Pequeno
«Cravo
Grande - Sabes porque é que este dia, o 25 de Abril é um dia especial?
Cravo Pequeno - Sei. Porque foi o dia em que tu
nasceste.Cravo Grande - Que ideia! Não é especial por eu ter nascido. É porque foi o dia em que nasceu a Democracia.
Cravo Pequeno - A quê?
Cravo Grande - Democracia, sabes o que é? E Ditadura?
Cravo Pequeno - Também não. Só sei o que é ditado.
Cravo Grande - Muito bem. Explica-me lá o que é ditado.
Cravo Pequeno - Uma pessoa dita e tu tens de escrever o que ele dita. Se não for igualzinho tens má nota.
Cravo Grande - E se quiseres dar a tua opinião?
Cravo Pequeno - Isso é uma composição! Posso escrever o que quero.
Cravo Grande - E isso mesmo. A ditadura é como o ditado, tens de fazer o que te dizem sem reclamar, senão podes ser preso. A Democracia é como uma composição, podes dar a tua opinião, podes escolher o que quiseres.
Cravo Pequeno - E o que é que isso tem a ver com o 25 de Abril?
Cravo Grande - É que em Portugal, antes de 25 de Abril de 1974, que foi o dia em que eu nasci, havia uma Ditadura e, em tal dia, uns militares que não queriam aquela ditadura fizeram a revolução e então nasceu a Democracia.
Cravo Pequeno - É por isso que te chamam 25?
Cravo Grande - Sim, é por esse motivo.
Cravo Pequeno - Eu acho é que deviam ter-te chamado composição.»
O 25 de abril e a história dos cravos vermelhos foi também uma oportunidade para fazer uma experiência, na sexta-feira) e descobrir a importância da água para as plantas.
| 1º- tínhamos 6 flores brancas (registo individual) |
| 2º- as flores colocadas em água colorida ao fim de 1 hora (foi feita observação desarmada, com lupa normal e eletrónica) |
| 3º- hoje, segunda-feira (observação desarmada) |
| 4º- registo individual do resultado |
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domingo, 28 de abril de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Árvores como esculturas
No JI de Carapinheira temos andado a falar da importância das árvores. Sabemos que são importantes para a qualidade do ar, para o nosso conforto em dias de sol, para produzir papel, para nos dar frutos que comemos, para servir de combustível e também pela sua beleza. Quisemos festejar a beleza das árvores e, por isso, na quarta-feira transformámos as árvores e arbustos do nosso jardim em esculturas de tecido. Ainda faltam algumas, estamos à espera dos trabalhos em croché dos alunos do 2º e 3º ciclos para continuar.
Vieram ajudar-nos os utentes do lar de terceira idade do Centro Social e Paroquia de Carapinheira que costuraram uma manta para o nosso cedro.
Vieram ajudar-nos os utentes do lar de terceira idade do Centro Social e Paroquia de Carapinheira que costuraram uma manta para o nosso cedro.
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terça-feira, 23 de abril de 2013
Articulação do JI de Meãs com a EB1 de Casal Novo
No âmbito da atividade “Do jardim de infância para a escola e da escola para o jardim de infância", na passada sexta-feira vieram ao JI de Meãs os alunos da EB1 de Casal Novo, para partilharem brincadeiras, transmitirem aos mais pequenos os seus saberes e, claro, matar saudades. Foi uma manhã “curta”, vivida com muito entusiasmo. Os mais velhos prometeram voltar.
sábado, 20 de abril de 2013
O coelhinho branco
A sala 4 do JI de Meãs está a fazer a exploração da história "O coelhinho
branco"notícia em brincaraqui
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outros sítios
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Mistérios sobre as plantas
- Tudo começou com a sementeira das batatas. Alguns meninos acham que as batatas nascem das flores das batateiras, outros acham que é debaixo da terra. Estamos à espera que cresçam para tirar as teimas.
- Depois semeámos feijões nos copinhos e observámos a germinação e o desenvolvimento das plantinhas. Uns cresceram mais depressa que outros, mas agora estão todos mais ou menos do mesmo tamanho.
- Agora surgiu a questão: será que os feijoeiros se desenvolvem melhor se ficarem nos copinhos ou lá fora na terra? Plantámos metade na horta e deixámos os restantes nos copinhos.
- Ontem ofereceram-nos rebentos de manjerico e fizemos uma plantação na sala. Uns são pequenos, outros maiores. Será que vão ficar todos do mesmo tamanho, como aconteceu com os feijoeiros?
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