sábado, 30 de abril de 2011

A professora Filomena voltou!

Com três letrinhas apenas
se escreve a palavra mãe
É das palavras pequenas
a maior que o mundo tem


Passe a pouca qualidade literária desta quadra popular, ela traduz o essencial da cultura judaico-cristã que  nos move a propósito do dia da mãe. Não há como ignorar este dia.
Por isso, a professora Filomena (professora de artes) voltou aos jardins de infância na quarta e sexta-feira passadas com uma proposta: aprender a fazer um quadro para a mãe.







Foi preciso recortar, colar muito, dobrar, prensar...
Fizemos outras coisas para a mãe, mas mostramos amanhã.

'ORELHAS DE BORBOLETA'



Não resisto a partilhar este "livro falado" que uma amiga minha colocou no Facebook!




sexta-feira, 29 de abril de 2011

Um casamento fora da realeza



Hoje, as televisões não se cansaram, até agora, de transmitir "O casamento real". Não queremos ficar atrás em importância e noticiamos uma casamento de príncipes e princesas fora da realeza.
Tudo começou com um filme que deixei neste espaço a propósito de um casamento vivido no jardim de infância de Carapinheira há uns anos. Algumas crianças do jardim de infância de Meãs viram o filme e surgiu o interesse: "queremos fazer um casamento".
O interesse inicial surgido na sala 2 depressa se estendeu às outras duas salas através de conversas e brincadeiras no espaço exterior e na CAF. Foi preciso pensar o que é um casamento e como costuma ser experienciado na vida real com os adultos, planear, identificar os recursos materiais e humanos...
Foram duas semanas de muito "trabalho" a escrever convites, fazer prendas para noivos, cestos das alianças, cestos de flores, inventar fatos a partir de peças de roupa, livro de missal, cruz, alianças, máquinas fotográficas, flores para a cabeça, instrumentos para a banda tocar na festa, bolo dos noivos... Enfim, todas as coisas que as crianças acharam (se lembraram) que seria necessário ter num casamento.
As imagens da notícia que deixei neste espaço sobre o convite que recebi antes da interrupção da Páscoa dão conta da alegria que as crianças experienciaram durante esse tempo.
A animação atingiu o auge na véspera e no próprio dia: na véspera com a alegria de fazer o bolo dos noivos, um bolo de andares, composto por três bolos, um de cada sala, e que uma mãe ajudou a decorar; no próprio dia, a partir do momento em que os fatos começaram a ser vestidos, a mãe-cabeleireira começou a fazer os penteados e, sobretudo, os pais, muitos pais, começaram a chegar para assistir, para filmar, tirar fotografias e viver esta brincadeira com os seus príncipes e princesas.
Por tudo o que este projecto envolveu e pelos níveis de implicação que as crianças atingiram penso que não é necessário referir o desenvolvimento/aprendizagem que proporcionou. De qualquer forma aqui fica um filme.
Parabéns às educadoras do jardim de infância de Meãs por confiarem nas crianças e nas suas escolhas!


quinta-feira, 28 de abril de 2011

Abril: comemoração improvisada

No jardim de infância de Carapinheira estava a chegar o fim do dia 26 de Abril e ainda não tinha havido tempo para falar do feriado do dia anterior. Chegaram visitas nesse dia que ocuparam educadoras e crianças a preparar actividades a propósito do dia da mãe que se avizinha. 
Foi nesse momento que cheguei ao jardim de infância e propus um improviso, primeiro no grupo 1, depois no grupo 2. Comecei por contar a história do 25 de Abril sem nenhum suporte e a seguir propus às crianças que a dramatizassem. Tudo começou, claro, em Salazar e nas características de um regime político... 
Ao som de E depois do adeus  de Paulo de Carvalho e de Grândola Vila Morena de José Afonso, as duas canções que serviram de "senha" (código) na rádio aos capitães de Abril, os soldados-crianças abandonaram os quartéis e prenderam Marcelo Caetano-criança, depois enviaram-no de avião para o Brasil.
No fim o povo-crianças e os militares-crianças festejaram com cravos na mão, oferecidos por  uma florista-criança. Sem grandes preocupações com o rigor histórico dos factos, a recreação permitiu lembrar uma história bonita que faz parte da História do nosso país. Os níveis de implicação indicam que a actividade foi significativa para as crianças.

terça-feira, 26 de abril de 2011

25 de Abril:uma história

Às vezes as histórias são formas mais agradáveis, porque mais metafóricas, de pensar os factos e podem ajudar-nos na comunicação de ideias. Aqui fica uma história sobre o 25 de Abril

segunda-feira, 25 de abril de 2011

25 de Abril

Foi em 1974. Alguns, ou muitos, dos pais das crianças que frequentam o jardim de infância actualmente não eram nascidos.
Para os estrangeiros que nos visitam será importante que os situe: aconteceu uma revolução em Portugal, um golpe de estado comandado por militares com o apoio do povo. Um regime totalitarista, de um só partido, foi substituído por um regime democrático. A forma como aconteceu foi e é motivo de orgulho para Portugal, porque não foi derramada uma gota de sangue, tudo aconteceu sem violência extrema. A revolução ficou conhecida simbolicamente por "revolução dos cravos". 
Esta é uma data incontornável na vida dos portugueses e, portanto, no currículo do jardim de infância. Aqui fica uma ajuda, espreite aqui.

domingo, 24 de abril de 2011

Planificação e avaliação: a participação das crianças (II)




No 2 de Abril deixei neste espaço uma partilha a propósito da forma como, no nosso agrupamento, nos temos vindo a esforçar por tornar as práticas mais participadas pelas crianças. Nessa partilha as imagens diziam respeito à sala 1 do jardim de infância de Carapinheira. Porque não há um modelo a seguir, ou aplicar, as educadoras do jardim de infância de Meãs usam formas de registo um pouco diferentes. Aqui ficam as imagens do grupo 2 do jardim de infância de Meãs.

De manhã acontece a planificação
1 - As crianças planificam o dia e usam como forma de registo simbologia das actividades.
São muitos símbolos diferentes, que correspondem a todas as actividades possíveis que as crianças podem escolher e que se encontram arrumados em caixas com várias divisórias. Numa tabela de dupla entrada as crianças colam os símbolos de 3 actividades que pensam realizar ao longo do dia. Só três? Sim, porque as crianças tendem a esquecer as suas escolhas quando estas são muitas.
2 - As crianças avaliam o que fizeram ao longo do dia, incidindo a avaliação "escrita" sobre as actividades que planificaram. Nem sempre as realizam, o que não é entendido negativamente pelos adultos, mas vão tomando consciência da inconsequência dos seus planos e também da maior ou menor diversidade de escolhas. O código de cores (gostei/verde; gostei mais ou menos/amarelo; não gostei/vermelho) apoia  a comunicação de ideias. Para além disso, a educadora regista, sempre que possível, os motivos apresentados pelas crianças para a avaliação que fazem das actividades.

À tarde acontece a avaliação

sexta-feira, 22 de abril de 2011

A importância de tocar um instrumento musical na infância: um estudo

Encontrei esta notícia numa fonte brasileira. Investiguei e concluí que a notícia se referia a um estudo científico, publicado, de facto,  no periódico americano Neuropsychology.
Sabemos há muito que a infância é um período crucial na vida do ser humano, nomeadamente no desenvolvimento da inteligência. Este artigo dá conta dos efeitos que a prática musical na infância poderá ter na vida adulta. Veja aqui a notícia

Educação das crianças dos 0 aos 3 anos: recomendações do Conselho Nacional da Educação

Um documento a ser lido por todos os educadores de que destaco duas ideias:

  • afirmação da dimensão educativa do trabalho com crianças pequenas, com todas as implicações consequentes ao nível da tutela  e da legitimação profissional e social dos seus profissionais;
  •  importância da intervenção precoce e do trabalho com as famílias na sua diversidade cultural, o que desafia as práticas e traz novas exigências à formação dos profissionais.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Avaliação na Educação Pré-escolar

A Circular n.º 4/DGIDC/DSDC/2011 sobre Avaliação na Educação Pré-Escolar, que se encontra disponível para download em http://area.dgidc.min-edu.pt/download/index.htm, não traz nada de novo, dizem alguns. A mim parece-me que trará ou não dependendo das práticas que já existam nas escolas.
Pessoalmente, reconheço no documento algumas ideias que me são caras e que Tonucci há já muitos anos colocou em desenhos.

1. Avaliar implica mobilizar a acção num determinado sentido, que assim necessariamente se consciencializa, evitando o risco de deixar as crianças "guardadas", muito bem "arrumadas" no jardim de infância  

2. Avaliar é um processo complexo, cuja finalidade não é catalogar as crianças a partir de impressões meramente especulativas e imprecisas. 

3. Avaliar implica a participação do "avaliado", exige o seu envolvimento consciente, de outro modo não produzirá quaisquer efeitos no seu progresso. Por isso e por outros motivos, observar "cada criança e o grupo" não deverá ser uma actividade do educador, desligada e não consentida pelas crianças. 



Não obstante as boas práticas, que certamente existirão em muitas escolas, considero que esta circular é um passo  importante e que poderá trazer alguma regulação às práticas de avaliação. A experiência que possuo nesta matéria, nomeadamente a que me advém do desenvolvimento de um sistema de avaliação no meu agrupamento de escolas e da formação dos profissionais, diz-me que há um caminho a percorrer para além da circular, ou a partir dela.




segunda-feira, 18 de abril de 2011

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Escuta das crianças


Nem sempre conseguimos compreender as mensagens das crianças se nos ficarmos pela interpretação literal do que dizem. É necessário escutar considerando o momento, o local, os gestos que acompanham a fala, as suas expressões, a sua história pessoal... Escutar uma criança dá "muito trabalho", mas faz toda a diferença nas nossas vidas de educadores e na dela.
Um grupo de rapazes brincava escavando no jardim, num dia da semana anterior. A educadora do grupo 2 pensou que estariam a plantar alguma coisa, mas perguntou o que estavam a fazer. Um dos rapazes respondeu:
- Estamos a fazer uma escultura.
- Uma escultura?! - admirou-se a educadora. Estranha escultura, pensou.
Entretanto chegou a hora de almoço e a brincadeira foi interrompida, não havendo tempo para mais conversas. O grupo de educadoras reuniu-se, como de costume, também para almoçar.
-Há bocado fui dar com alguns rapazes a fazer uma "escultura" na terra. Quer dizer, estavam a fazer um buraco!- disse a educadora do grupo 2.
Parámos todas por momentos a pensar, para tentar compreender que tipo de "escultura" estariam as crianças a fazer. De repente a educadora do grupo 3 disse:
- Já sei, era uma "estrutura", uma "estrutura de rega", eles não andavam a regar?
A educadora do grupo 2 concordou, dizendo que agora percebia o que as crianças estavam a dizer enquanto escavavam. "Escultura" terá sido a palavra que encontraram por associação de ideias e/ou sonoridades, querendo designar um tipo de construção que vêem os adultos fazer nos terrenos de cultivo, um sistema de rega tradicional que traça na terra percursos para a água. Aquele grupo de rapazes vive mesmo interessado nas actividades dos adultos ligadas ao campo e à agricultura, é importante não esquecer isso nas propostas de actividades.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Convite

Na semana passada recebi um convite no jardim de infância de Meãs!
As crianças andavam excitadas e muito felizes!!
Nesse dia brincavam com flores de plástico que havia aos montes numa sala!

Quando tiver a reportagem fotográfica conto o que aconteceu.

terça-feira, 12 de abril de 2011

A propósito da promoção da leitura e do livro

Ora espreitem em Pequenos Patifes
Coisas simples e tão bonitas!

A dança e a pintura

A 27 de Janeiro deixei neste espaço um pequeno filme de um bailado da "Bela Adormecida" pela Ópera de Paris. Era o anuncio de uma actividade que se iria realizar. Assim foi, nos 3 grupos do jardim de infância de Meãs vimos o filme, ainda em Fevereiro, e também alguns quadros de pintores famosos com a temática da dança: Degas, Picasso, Miró, Almada Negreiros, Paula Rego.
Aqui ficam algumas imagens do trabalho desenvolvido a partir daí nos grupos 1 e 2. Sabe-se lá porquê Almada Negreiros teve poucos adeptos.
Degas

Miró

Picasso

Paula Rego



quinta-feira, 7 de abril de 2011

A minha mãe não me deixa lavar a loiça!

Ontem os meninos da sala 2 do jardim de infância de Meãs lembraram-se de lavar a loiça da casinha das bonecas. Estava muito calor e mexer na água apetecia mesmo.
"Vocês gostam de lavar a loiça? ", perguntou a educadora. "Eu gosto, mas a minha mãe nunca me deixa!", respondeu uma menina.



Isso foi ontem, hoje alguns meninos lavaram mesmo a loiça da actividade de culinária com a supervisão dos adultos.
Às vezes os adultos subestimam as capacidades das crianças e são pouco sensíveis às suas necessidades. É claro que é mais prático fazer rapidamente as coisas, mas os adultos não podem/devem esquecer-se que as crianças precisam de oportunidades para aprender e assim desenvolver competências. Ser educador é criar oportunidades de aprendizagem!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

alunos da EB23 contam uma história

Os meus alunos de Expressões Integradas, uma disciplina que lecciono a alunos de currículo específico do 2º e 3º ciclos, foram ao jardim de infância de Carapinheira "contar" uma história que inventaram com teatro de sombras. Foi o trabalho de algum tempo que exigiu trabalhar em grupo, aprender sobre luz e  sombras, produzir os personagens e a estrutura da tela (com a ajuda dos professores de artes), escrever no computador, tocar instrumentos musicais... enfim, mobilizar diversas competências de diferentes domínios curriculares, sobretudo na área das artes.
Estavam muito nervosos!!! Mas correu bem. Afinal, foram capazes e saíram do jardim de infância com a sua auto-estima reforçada. Valeu a pena.


A história falava de dois meninos e  alguns animais

Os meninos ofereceram-se para experimentar as sombras
 e a Mariana ajudou a organizar o grupo

Isto é difícil!

A Tânia fez de narrador muitas vezes, mas adorou

O grupo
Os meninos também gostaram.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Construção de instrumentos musicais

Dando continuidade ao trabalho com instrumentos que tenho publicado, as crianças do grupo 3 do jardim de infância de Meãs andam empenhadas na construção de instrumentos musicais.
O padrão do teclado do sintetizador, como é?
Mais uma tentativa

Mesmo com um teclado diferente, já dá para "tocar"
O "nascimento" de uma bateria e de uma trompa


Visita à GNR

O Jardim de Infância de Carapinheira (grupos 1 e 2) foi a Coimbra fazer uma visita à GNR.
- andámos de cavalo;
- visitámos a cavalariça e o seu museu;
- observámos uma demonstração de cinotecnia; 
- ouvimos as explicações sobre as regras de trânsito;
deliciámo-nos a fazer festas a um cão pastor Belga.



Em relação aos cavalos, soubemos que eles diariamente fazem a sua higiene pela manhã e todos os meses necessitam de mudar de casco. Quanto à sua alimentação, alimentam-se de ração e de palha 4 vezes por dia.
No museu de cavalariça vimos espadas, lanças, cabeçados...
 

domingo, 3 de abril de 2011

Frutos e frutas

A educadora da sala 1 do jardim de infância de Meãs pediu-me que realizasse uma actividade descrita na brochura "Despertar para a ciência: actividades dos 3 aos 6 anos", porque a questão das plantas e das sementes faz parte da agenda diária do seu grupo actualmente. Lá fui eu toda contente fazer uma coisa de que gosto muito...

Pergunta inicial: Como vamos "arrumar" estes vegetais em duas taças?
Primeiro as crianças arrumaram sem critério, mas quando questionadas sobre o porquê da divisão chegaram ao critério "forma": o que é arredondado e o que não é.

Vamos partir os vegetais e descobrir o que têm dentro. Pois é, alguns têm sementes outros não. Chamamos frutos aos que têm sementes, e não-frutos aos que não têm. O fruto é uma parte de uma planta...

Novo desafio: Vamos "arrumar" os frutos numa taça e os não-frutos noutra.
Agora a divisão é bem diferente. O limão ficou ali no meio, porque não tinha sementes, embora as crianças soubessem que há limões com sementes. 
Finalmente: Vamos fazer uma salada de frutas. Olha, usamos frutos na salada de frutas, mas não usamos todos. A beringela não usamos... e usamos não-frutos, como a banana!

Conclusão: as palavras fruto e fruta não querem dizer a mesma coisa. Fruto é a palavra que usamos para designar a parte de uma planta, fruta a palavra que usamos para designar aqueles vegetais saborosos, muito docinhos e saudáveis que nós  comemos. O Nuno e muitos outros meninos perceberam muito bem!

sábado, 2 de abril de 2011

Planificação e avaliação: a participação das crianças

Temos feito, nos últimos anos,  um grande esforço com o intuito de melhorar as nossas práticas, nomeadamente quanto a torná-las mais participadas pelas crianças.
Há dois momentos na rotina diária que nos parecem carecer de alguma sistematização dessa participação, porque temos intenção de ir além da reunião tradicional com as crianças, no início e no fim do dia, em que por diferentes motivos é difícil ouvir todos. Sabemos, por exemplo, que essas reuniões não podem estender-se no tempo, sob pena de se tornarem pouco proveitosas e também sabemos que todas as crianças precisam de um tempo e de um espaço para fazer as suas escolhas (aprendendo assim a prever, a fazer planos, a tomar decisões) e a avaliar o que fazem (consciencializando o que lhes agrada e o que lhes desagrada como forma de ganhar controle sobre as suas vivências).
Assim, em todas as salas de jardim de infância do nosso agrupamento as educadoras têm vindo a ensaiar instrumentos que apoiem a prática de planificação e avaliação com as crianças. Hoje deixo uma nota sobre a prática da sala 1 do jardim de infância de Carapinheira.

  • As crianças começam o dia numa curta reunião com a educadora, em que se trocam algumas impressões, a educadora faz as suas propostas de actividades para o dia e as crianças colectivamente fazem as suas propostas (projectos individuais e de grupo). Em seguida as crianças mais velhas, e as mais novas que o desejarem,  fazem o registo escrito da sua planificação para o dia. As crianças mais novas que não queiram fazer planificação escrita ficam com a educadora a fazer a planificação oralmente (a educadora passa a escrito).
  • As crianças acabam o dia com a avaliação. Registam na mesma folha em que fizeram a planificação o que fizeram e gostaram ou não de fazer. Tal como acontece com a planificação, as crianças mais jovens fazem geralmente a avaliação oralmente com a educadora.
  • A educadora, com alguma regularidade, apoia os momentos de avaliação escrita e regista também os motivos que levam as crianças a avaliar positiva ou negativamente as actividades.
Apoio visual na planificação (escrita de palavras)

Avaliação sem apoio visual
Temos neste momento algumas ideias a favor  desta  prática de planificação e avaliação. Algo que inicialmente parece muito confuso, mas que rapidamente é interiorizado pelas crianças e se torna um apoio fundamental para o educador no conhecimento das crianças e dos seus interesses.